Comprei meu 1 carro com eles e agora estou pegando um carro mais novo e dando o meu na troca, meu carro foi super valorizado na troca e ainda tive descontos, não abro mão de comprar carro na auto belli o atendimento e de primeira e o proprietario da loja sempre esta presente facilitando a negociação.
Juliano Fernandes
2011-09-06
comprei meu primeiro carro na autobelli.com vendedor beto.agora estou querendo comprar um honda e não pensei duas vezes vai ser na autobelli,alem de carros com qualidade tem um excelente atendimento .se der certo estarei de honda ainda esta semana.um abraço a todos da autobelli.em especial beto e gustavo !!
Eliane antunes de oliveira
2011-08-29
ASSINE A NEWS AUTO BELLI E RECEBA NOSSAS NOVIDADES EM SEU E-MAIL
A partir de 2014, o airbag, que é um complemento do cinto de segurança, será obrigatório nos carros novos comercializados no Brasil. O sistema, instalado nos veículos para sua proteção, exige algum conhecimento para cumprir melhor a sua função. Portanto é bom entender um pouco sobre o funcionamento dessa tecnologia.
Quase todo mundo pensa que em qualquer batida, principalmente as fortes, o airbag abre obrigatoriamente. Mas não é bem assim. O gerente técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi Brasil), Marcus Romaro, afirma que a sua abertura depende da desaceleração do veículo no impacto, e não da deformação. A densidade dos veículos e objetos envolvidos na colisão também influenciam.
Romaro explica que se você não se machucou na batida é porque não era para o airbag ser aberto. “Ele é um complemento do cinto” diz o técnico, acrescentando que em mais de 90% dos casos apenas o cinto já garante a segurança e que o airbag so abre quando é realmente necessário. Além disso o ângulo da batida também determina o funcionamento do equipamento. As bolsas frontais só abrem quando a batida ocorre em determinado ângulo da parte dianteira, assim como as laterais só abrem em colisões laterais. Os airbags de cortina, por exemplo, só abrem em caso de capotamento.
Reação química
A “explosão” do airbag é resultado de uma reação química. Ela é controlada por um módulo de abertura que ao captar a desaceleração do veículo emite uma corrente elétrica que ativa uma massa química formada por dois gases que reagem ao entrarem em contato. A velocidade de propagação do gás formado nesta reação provoca explosão da bolsa. O elemento resultante é o nitrogênio, que não é prejudicial à saúde. O pó que sobe após a abertura é um tipo de talco, usado para o material da bolsa não grudar enquanto ela estiver dobrada no compartimento do carro.
Posição correta para não se machucar
O uso do cinto de segurança é indispensável em qualquer situação, mas nos carros com as bolsas protetoras, se a pessoa não estiver usando o cinto pode se machucar ainda mais. Isso porque a proporção da abertura do airbag é calculada levando em conta o trabalho do cinto de segurança, que segura, e muito, o corpo.
As mãos do motorista devem ficar na posição “dez para as duas”, como os ponteiros do relógio, e os braços não podem estar totalmente esticados. “Se o airbag infla, ele empurra sua mão para fora, o que pode causar sérias lesões”, ressalta Romaro.
Outro aspecto importante é o posicionamento do banco em relação ao volante ou painel. Romaro ressalta que o corpo deve estar distante, no mínimo, 20 cm em relação à direção. Já o passageiro do assento dianteiro deve estar o mais longe possível do painel: pés apoiados no porta-luvas, nem pensar.
O perigo aumenta no banco de trás, onde normalmente as pessoas “esquecem” de colocar o cinto.
Cadeirinha de criança no banco da frente em veículos com airbags, nem pensar, além de ser proibido por lei é muito mais perigoso. Crianças abaixo de 10 anos e pessoas baixas também correm riscos com airbags frontais. As novas gerações do sistema estão desenvolvendo uma tecnologia que calcula o peso do passageiro para controlar a intensidade da abertura e até mesmo se não deve abrir, para resolver este problema.
Os especialistas ressaltam ainda que as pessoas que usam óculos não precisam se preocupar, caso sigam corretamente as indicações. “Essa história de que o airbag machuca o rosto de quem usa óculos é um mito”, explica Romaro.
Se o airbag abriu, tem que trocar
Se o veículo sofreu um acidente e o airbag foi acionado, é preciso trocar todo o sistema, o que inclui módulo, bolsas de ar, cabo, chicote, painel e volante.
O sistema do airbag não exige cuidados periódicos com manutenção. Em média, as montadoras pedem para substituí-lo a cada dez anos. No entanto, todo o sistema é controlado eletronicamente e, em caso de problema, ele será indicado por uma luz no painel.
Se a luz de controle do airbag acende e apaga quando se liga o carro, está tudo bem. Mas se ela continua acesa, é preciso checar. Informe-se lendo o manual do proprietário e siga as indicações.
O custo de um novo equipamento depende de cada montadora e modelo, assim como o valor da mão de obra. No entanto, se considerar somente a troca da bolsa, módulo de abertura e cabo de um carro de entrada o conserto sairá, em média, por R$ 2 mil.
Porém, antes de começar a calcular o prejuízo, Romaro relembra que normalmente os airbags são acionados em caso de perda total do veículo. O que garante que estiver segurado.
Fonte: http://g1.globo.com/carros/