Comprei meu 1 carro com eles e agora estou pegando um carro mais novo e dando o meu na troca, meu carro foi super valorizado na troca e ainda tive descontos, não abro mão de comprar carro na auto belli o atendimento e de primeira e o proprietario da loja sempre esta presente facilitando a negociação.
Juliano Fernandes
2011-09-06
comprei meu primeiro carro na autobelli.com vendedor beto.agora estou querendo comprar um honda e não pensei duas vezes vai ser na autobelli,alem de carros com qualidade tem um excelente atendimento .se der certo estarei de honda ainda esta semana.um abraço a todos da autobelli.em especial beto e gustavo !!
Eliane antunes de oliveira
2011-08-29
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Nos últimos dez anos o preço de um carro, usado ou novo, caiu muito em comparação a outros bens de consumo considerados essenciais.
Segundo um estudo da Quest Consultoria uma prestação de um carro que hoje equivale a dois salários minimos (1020 reais) antes custariam ao comprador uma prestação mensal de valor equivalente a seis salários.
Preços mais baixos deixaram o automóvel mais acessível para o consumidor brasileiro. E a facilidade de financiamento está viabilizando cada vez mais a compra.
Juros mais baixos e prazos mais longos de financiamento colaboraram para uma queda de 20% do valor da prestação do carro.
Em função da estabilidade econômica, os bancos passaram a aumentar os prazos de financiamento dos veículos. Prazos, que há dez anos atrás eram no máximo de dois anos para pagar, passaram para até sete anos, nos dias de hoje. E os novos consumidores, optam em média, por financiarem seus veículos em quatro anos, o que equivale a 42 prestações.
Além disso, a taxa de câmbio, que se manteve estável, passou a ser referência para o preço do automóvel, e não o IPCA.
O estudo também mostra que o valor médio do automóvel está 40% mais baixo do que estaria se a inflação medida pelo IPCA tivesse corrigido o valor dos veículos.
Na prática isso quer dizer que o poder de compra do brasileiro está maior. Reflexo disso são os recordes de vendas a cada mês e o aumento constante de financiamentos no mercado.
Esta situação refletiu-se principalmente no público de baixa renda, que se sentiu encorajado a comprar fazendo com que o mercado brasileiro passasse a ocupar o quinto lugar no ranking mundial, lugar que antes era da Alemanha.